Uma situação chocante veio à tona nesta semana: um professor da Rede Estadual de Ensino em Anastácio, de 42 anos, há tempos vem assediando alunos menores de idade, mantendo conversas de teor sexual através das redes sociais.

A nojeira praticada por esse “educador” foi descoberta dentro da Escola Estadual Romalino Alves de Albres. Ele era o administrador das redes da escola e suas contas pessoais estavam vinculadas. Por ordem da direção, ele passou as redes sociais para outra funcionária e, quando a servidora foi acessar o perfil institucional, veio junto as notificações das conversas.

As trocas de mensagens teriam ocorrido com estudantes do sexo masculino, todos menores de idade…. Mensagens com referências a conteúdo íntimo, como pedidos de fotos e relação sexual. Em alguns casos houve até pedido de dinheiro em troca de favores ou envio de imagens.

Ao tomar conhecimento, a direção da Instituição de imediato determinou que o fato fosse comunicado à Polícia Civil. E foi uma decepção para todos, pois o suspeito tinha cargo de confiança, ele era supervisor da qualificação profissional e também estava dando aulas. Porém, os assédios não era só com os alunos da Romalino. O camarada vinha praticando isso desde outras escolas, há alguns anos.

Diante das informações e das evidências encontradas nas redes sociais, a denúncia está sendo investigada como crime de favorecimento da prostituição ou exploração sexual de criança ou adolescente.

Pelo que eu apurei, a divulgação dos prints é apenas 1% do que está em poder da polícia. Gente, é muita coisa! Tem um trecho de conversas que eu li, de alunos que eram do 3º e 4º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Teodoro Rondon, que ele estava assediando agora, dizendo que gostava desses alunos desde essa época! Nojento!
Uma pessoa que deveria educar, ensinar valores, porém, se aproveitava da vulnerabilidade social, admiração e confiança dos alunos, para assedia-los, oferencendo até dinheiro e outros benefícios.

Mesmo com a materialidade dos fatos, o professor estava transitando pela Escola como se nada estivesse acontecendo, gerando desconforto entre os colegas de trabalho. Mas, após matérias veiculadas nos sites de notícias Midiamax e Campo Grande News, a SED (Secretaria Estadual de Educação) informou que foi instaurado um PAD (Procedimento Administrativo). “Como parte do protocolo da Rede Estadual de Ensino, foi determinado o afastamento do referido profissional durante o andamento do processo”, diz a nota.



